Esperança

Se em Deus depositamos também a Esperança, se Nele esperamos, finalmente o encontraremos

Testemunho - Dignidade devolvida

Testemunho de Gabi que teve sua dignidade de filha de Deus resgatada após seu encontro pessoal com Jesus. O Senhor a conduziu a um processo de conversão diária, luta verdadeira pela santidade.

Artigos

Sonho de Deus

11.11.13 - Jesus
"A Deus, que nos ama imensamente, respondemos procurando amá-Lo imensamente. Não teríamos sentido no mundo, se não tivéssemos sido uma pequena chama deste braseiro infinito: amor que responde ao Amor"

 

Nossa história (Rachel e Junior), desde o comecinho, foi pautado dentro da vontade de Deus. A realização de Sua vontade sempre nutriu nossas almas e nosso relacionamento. Buscamos diariamente a descoberta de Sua vontade. Corremos para alcança-la! E percebemos que juntos somos realizadores dos planos de Deus para nós.

 

Para muitos nossa busca incessante parecia loucura, para nós alegria! Abrimos mãos de nossos desejos pessoais e aprendemos a sonhar com Deus a felicidade que não passa. E respondemos não com obrigação, mas com amor. Fruto de nossa experiência pessoal com o Amor, que nos ensinou a amar, amar muito mais.

 

Aprendemos, assim, a sermos livres e dar a liberdade um ao outro. Aprendemos o que é confiar e dar a vida ao outro. Aprendemos que nosso relacionamento não era apenas para nós, afinal Deus não faz nada que não gere vida, der frutos. E dividimos nossa história com tantos, construindo histórias com a nossa história. Demos de nós aos nossos familiares, aos nossos amigos... mas principalmente aqueles que Deus nos enviava. Muitos desses nos tornamos amigos.

 

Perdi a conta de quantas vezes o Júnior se foi em missão, passando dias longes. Me ensinando que o mais importante é a vivência do Evangelho, o som de seu tocar que atingi os corações com a graça de Deus. E como a Virgem que sempre espera o retorno de Seu Filho, eu aprendi a deixa-lo ir em missão e esperá-lo com alegria e orgulho.

 

Também o Júnior fez a experiência da espera enquanto rezava por uma pessoa, ou visitava uma família que precisava de consolo. Quantas sextas, sábados e domingos de oferta! E como José aprendeu a esperar a gestação de Jesus em Maria, ele aprendeu a esperar a gestação do Santo Espírito, através da minha pobre oração, na humanidade que precisa.

 

A vontade de Deus vivida no tempo presente gera frutos bons, leva-nos a trilhar o caminho de santidade! Por vezes nos esquecemos disso, é bem verdade (ainda nos falta muito para santidade). Mas nos ofertamos, retornamos, nos exercitamos no amar a Jesus abandonado, escutamos nossas autoridades, rezamos sós e juntos, prestamos muita atenção aos pequenos milagres diário, apaixonamo-nos por Deus e descobrimos que para ama-Lo era preciso viver Sua vontade, com ação, com missão.

 

Ah!... foi assim que descobrimos o que é SER. Ser homem e mulher na sua integridade, em liberdade, em felicidade, em dignidade. Nosso relacionar com Deus, na resposta de Amor a Sua vontade, diz do que somos, diz de nossa gratidão e felicidade. E o testemunho dessa felicidade pode construir um mundo novo, um mundo que vale a pena, um mundo de respostas ao Amor.

 

E aprendemos isso não sozinhos. Deus nos fez em cacho, nos fez junto com um povo em busca de Sua vontade. Nos fez Família, melhor Grupo Família. E juntos queremos dar aos filhos de Deus, o que ele mesmo nos deu: Amor. Através da nossa vida consagrada nos dedicamos ao outro, através da sadia convivência, que nos lapida e devolve a dignidade de filhos.

 

Nosso convite, junte-se a nós na busca pela realização da vontade de Deus diariamente, que nada mais é do que "amor que responde ao Amor". Assim, somos felizes para sempre! Assim, queremos que cada um seja feliz para sempre!

 

#SFC (= Sou Família Contigo)

11.11.13 - SFC

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rachel Martins

Grupo Família

 

Blood Money - O Aborto legalizado

Documentário apresentado por sobrinha de Martin Luther King Jr revela os bastidores da indústria do aborto nos Estados Unidos

 

Você provavelmente não verá esse filme num comercial de TV. Muito menos num anúncio de jornal. É que ele fala sobre um assunto não muito "politicamente correto" para os dias de hoje. Ele fala sobre o aborto. Blood Money, uma produção norte-americana, dirigida por David Kyle e apresentada pela ativista do movimento de negros dos EUA, Alveda King - sobrinha de Martin Luther King Jr. -, denuncia a máquina de lucros em que se transformou a indústria abortista nos Estados Unidos, desde que a infame lei Roe vs. Wade foi aprovada. O documentário chega às salas de cinema de todo o Brasil no próximo dia 15 de novembro.

"Blood Money - Aborto legalizado" é mais uma vitória contra a cultura da morte. O mercado negro do aborto vem perdendo fôlego mundo afora, e agora muito mais, graças ao empenho do movimento pró-vida. Como registrado aqui, os Estados Unidos assistiram, no início deste ano, à maior Marcha pela vida da história daquele país. 650 mil pessoas, na sua maioria jovens, reuniram-se na frente da Corte Suprema americana, a apenas poucos dias da posse de Obama - paladino dos abortistas -, para dizer um rotundo "não" à ideologia do aborto. Na ocasião, o então papa reinante, Bento XVI, expressou seus sentimentos pelo Twitter, dizendo: "Uno-me à distância a todos os que se manifestam pela vida, e rezo para que os políticos protejam ao não-nascido e promovam a cultura da vida".

E por que perde a causa abortista? Porque mente! A cultura da morte é mentirosa desde o princípio. Mente quando nega ao nascituro o direito inalienável à vida, rebaixando-o ao nível de um sub-humano ou célula cancerígena. Mente quando manipula os números de casos de aborto, criando a impressão de que se trata de um "caso de saúde pública". E mente quando ensina à mulher que ela será livre mantando seu bebê. É óbvio que uma farsa dessa proporção, mais cedo ou mais tarde, tem de cair. O mote da campanha pró-aborto não é só um atentado contra a vida inocente, é um atentado contra toda a humanidade. Uma sociedade que começa matando seus filhos termina matando a si mesma.

Por mais que se façam malabarismos para distorcer o sentido desta palavra, o fato é que o aborto se trata, sim!, de um assassinato. Isso é inegável. Com efeito, o silêncio da mídia, ou então, a sua propaganda descarada a favor dessa ideologia traduzem claramente a cegueira e a desonestidade que imperam nas redações jornalísticas. Historicamente, as grandes ditaduras do último século contaram com o expresso apoio dos jornais, ora sacralizando seus líderes, ora fechando os olhos para seus crimes. O caso agora em debate, ou seja, o aborto, ajuda a ilustrar que o perigo das ideologias ainda não é um assunto superado.

O povo deve ir aos cinemas. Contra a mentira da indústria abortista, contra o silêncio da mídia, contra o avanço da cultura da morte: fazer de Blood Money um sucesso não é só um dever, é um ato heroico. Sim, pois, num momento em que se instala no ordenamento jurídico brasileiro um vírus de "Cavalo de Tróia" - a lei 12.845, que abre uma verdadeira auto-estrada para o aborto no Brasil -, é tarefa de todos lembrar àquelas pessoas de Brasília que elas não são deuses e que, portanto, estão lá para servir, não para ditar regras contrárias à dignidade do ser humano.

É uma questão de consciência, muito mais que de religião. Assistam a Blood Money!

 

 

Referências: 

http://padrepauloricardo.org/

Por Equipe Christo Nihil Praeponere | Informações: Deus lo vult e Blog da Vida

 

Inefável

Tem dias que você acorda se sentindo diferente. Parece que o sol resolveu brilhar mais forte, e as flores do jardim dançam pelo vento. O verde perdeu a preguiça e acordou mais verde do que nunca. O céu é tão azul e as nuvens estão tão brancas e perfeitas, que parece que alguém foi lá com um pincel e retocou tudo.

 

Dentro de você aparece algo indescritível, quer dizer...sempre esteve ali, mas está mais vivo do que nunca! E a cada batida do seu coração você pode ouvir um ‘eu te amo’. Você fecha os olhos e sente uma paz interior jamais sentida antes, e você fica tão cheio de alegria e calma, que mesmo quando algo dá errado você aceita e sabe que só acontece o que tem que acontecer.

 

O vazio se transformou em cheio. Mas está tão cheio, que quase transborda, e o fato de está quase transbordando não diminui seu desejo interminável de querer mais, mais e mais. O sorriso aparece mais fácil e tudo ao redor tem um cheiro maravilhoso. O andar dos ponteiros do relógio não importa muito, e não importa o quanto querem te colocar para baixo e te fazer ter medo, você está cheio do amor mais verdadeiro que existe. Um amor que vem de um Deus, que faz tudo por você e que é maior do que qualquer outra coisa antes imaginada!

 

Pense numa coisa grande. Pense numa coisa maior. MAIOR! Agora pegue essa coisa maior e aumente até não caber mais nos seus braços, nem na sua casa. E a coisa vai crescendo tanto que precisam ser abertas as janelas, depois a porta, depois você precisa tirar o telhado...e quando você vê, lá se foram as paredes. É assim que o amor de Deus cresce dentro de mim, é quase exatamente isso que eu sinto.

 

Livia_Linhares

 
Lívia Linhares

Grupo Família

 

 

Resgate dos meus valores!

Tudo na vida possui um valor próprio. É comum do ser humano dar um valor individual a cada coisa, pois este é agregado aos seus interesses, a sua visão, cultura, educação, desejos e conceitos que adquiriu ao longo da vida. Podemos comparar com um leilão que, em cada lote apresentado, possui um preço mínimo para a mercadoria, e quando algum comprador se interessa por este lote, pode comprá-lo pelo preço mínimo ou dar mais até ganhar a disputa desta venda. O ganhador ofereceu o valor do produto que ele achava merecido.


Deus vê além! Ele dá o valor certo de Sua criação. Nos enxerga de maneira profunda, não no físico, nem nos defeitos e qualidades, pois Sua visão é de Pai que percebe e sabe da essência do filho. Fomos feitos de dignidade, e esta palavra nos tráz vários direitos: somos merecedores, valorosos, capazes, descendentes do reino, feitos à imagem e semelhança de Deus.


O pecado, porém, nos tirou esse tesouro, esse valor, e o ser humano hoje caminha muitas vezes indigno, rebaixado. Fomos feitos para o céu, para ir além. No entanto, quantas vezes nos percebemos “cabisbaixos”, sem um rumo e até sem sentido para a vida? Ou quantas vezes não nos percebemos amados, não nos permitimos ser amados e não amamos? Os valores oferecidos pelo mundo são inversos dos valores desafiantes que Deus nos deu. Hoje em dia se perdeu o valor de uma família, da união, do casamento, da mulher, do homem, da educação e prevalecem valores econômicos e financeiros, valores que saciam a carne, desejos e impulsos, valores egoístas que no final de tudo trazem o caos e não a paz.


A palavra de Deus nos ensina o caminho de resgate, o retorno, a busca por estes valores perdidos. Ela nos devolve a dignidade. Esta foi recuperada quando Jesus, o filho de Deus, veio ao mundo para salvar a mim e a ti, fomos pagos pelo seu preço de sangue (I Pedro 1, 18), (Colossenses 2, 13 – 15). É fácil então perceber que não estamos sozinhos nessa luta em busca dos nossos diretos de filhos de Deus, que foram arrancados de nós, porém recuperáveis diante da nossa perseverança e renúncias aos oferecimentos do mundo.


“Mortificai, pois, os vossos membros no que têm de terreno: a devassidão, a impureza, as paixões, os maus desejos, a cobiça, que é uma idolatria. Dessas coisas provém a ira de Deus sobre os descrentes. Outrora também vós assim vivíeis, mergulhados como estáveis nesses vícios. Agora, porém, deixai de lado todas estas coisas: ira, animosidade, maledicência, maldade, palavras torpes da vossa boca, nem vos enganeis uns aos outros. Vós vos despistes do homem velho com os seus vícios, e vos revestistes do novo, que se vai restaurando constantemente à imagem daquele que o criou, até atingir o perfeito conhecimento”.(Colossenses 3, 5 – 10).


O mundo hoje nos convence de seus valores sutilmente. Não temos a dimensão de como cada um destes valores pode estar refletindo em nossas vidas ou sendo reflexos deles. Dos exemplos citados acima na passagem, me atenho aqui a um que parece ser insignificante, “palavras torpes da vossa boca”. Para nós, podemos dizer que são os “palavrões”, em que temos como significado: “Palavras consideradas vulgares e desnecessárias. São utilizadas para definir exageros, para xingamentos ou para expressar raiva”, explica o dicionário.


São Paulo é feliz em sua exortação ao pedir para que se deixasse de lado este tipo de prática, que é tida como normal em nossa sociedade, vista como costume, vício ou apenas palavras. O interessante de Deus, como refletíamos acima, é que Ele vê além, e nos ensina também a assim enxergarmos, diante de nossa dignidade recuperada. Passamos a dar valor até as “pequenas coisas” como as palavras, e percebemos que na verdade elas são essenciais.


Reflitamos nessas passagens, “A boca fala do que está cheio o coração” (Mateus 12:34), “As palavras tem poder, de abençoar e amaldiçoar”.(Tg 3, 10). Veja o valor que é conferido às palavras! Elas tem poder de renovar, transformar, abençoar. Podemos, através delas, colocar para fora o que está dentro do nosso coração, isso é divino. É uma arma de Deus que podemos usar em prol da evangelização e do benefício comum, porém muitas vezes utilizamos esse mesmo canal da graça para pronunciar desgraças, piadas tolas, etc.


Deus quer cuidar do nosso coração. Como filhos amados, ouçamos o Seu chamado e renunciemos àquilo que nos impede de resgatar a nossa dignidade, o nosso respeito próprio, a pureza do nosso coração. Permitamos ser lavados todos os dias por esse amor que em nós produz amor. Não diga ser impossível para você deixar um vício, pois Deus te deu o controle sobre as tuas atitudes, sobre a tua boca. Nós controlamos os nossos membros, e esse papel tem se invertido, os membros nos tem controlado. Lembre-se, para Deus nada é impossível!

 

 

Gabriela Costa

 

Gabriela Costa 

Grupo Família 

 

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