Esperança

Se em Deus depositamos também a Esperança, se Nele esperamos, finalmente o encontraremos

Testemunho - Dignidade devolvida

Testemunho de Gabi que teve sua dignidade de filha de Deus resgatada após seu encontro pessoal com Jesus. O Senhor a conduziu a um processo de conversão diária, luta verdadeira pela santidade.

Artigos

Sou Família Contigo, Francisco!

Papa Francisco 005Muitos comentários têm cercado tanto a renúncia de Bento XVI, quanto a eleição do novo Papa.  Muitas especulações, muitas previsões que o tempo mostra, furadas.


Penso que estou acima destas coisas. Não tenho meus olhos voltados para a gestão boa ou ruim de nosso novo eleito. Eu sou Católico e pronto. Sigo minhas convicções, estabelecidas nas minhas experiências com Deus e não com os homens, mas amo os homens escolhidos por Ele.


Quero ficar acima dos comentários, pois quem tem ou detém a Verdade absoluta? Nem sou bobo de cair em contos. Amei minha igreja com Paulo Vl, com João Paulo I, João Paulo II, Bento XVI e agora amo Francisco. Não pretendo descer ao nível de minha razão, pois ela é pobre e infiel. Pretendo ficar no nível de meu Espírito. Lugar de gozo e esperança.


Mesmo por que, "não ficará pedra sobre pedra" e Jesus, o meu Jesus, está bem próximo. A necessidade humana de saber por antecipação mostra, a mim, claramente, insegurança. Insegurança adquirida pela falta de Deus. “Como será o novo Papa?”, dizem, ocultando nesta frase um medo visível. Porém, nos diz o Evangelho várias vezes: “Não Temas”, “não vos preocupeis com o dia de amanhã.”. Se esquecem os homens a quem pertence o futuro.


A Eleição de Francisco só me traz paz, alegria, esperança. Sou membro de uma Igreja com 2013 anos. Que passou por 266 Papas, que enfrentou gerações e suas fases, mas que tem sobre si uma promessa “as portas do inferno não prevalecerão contra Ela.”, e esta é a minha segurança.


Seja bem vindo Francisco, Nosso Papa, Nosso Pai. Sou Família Contigo!

 

Paulo Amorim
Grupo Família

O Santo Terço e seus mistérios

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É lindo o cuidado de Deus ao nos dar Maria como mãe. Do alto da cruz o Cristo entrega a humanidade aos cuidados de Maria, e nos dá a Virgem como mãe. Um Deus zeloso, que nos ama e não nos desampara e em Seu profundo amor por nós, nos confia sua própria mãe a nos cuidar e interceder a Deus por nós.

E que grande carinho de Deus é o Santo Terço! Uma ferramenta poderosíssima na nossa vida de oração, em que podemos ter um momento de maior intimidade com a Mãe de Deus, que também é nossa mãe. Cada Ave-Maria rezada é uma declaração de amor a Nossa Senhora e ao seu Filho, Jesus. Honrando e respeitando a mãe, estamos, também, amando e respeitando o filho.

O Louvor nos liberta!

Então o povo murmurou contra Moisés: “Que havemos de beber?”. Moisés clamou ao Senhor, e o Senhor indicou-lhe um madeiro que ele jogou na água. E esta tornou-se doce. Foi nesse lugar que o Senhor deu ao povo preceitos e leis, e ali o provou.” Ex 15 (24, 25)

 

Neste contexto do livro de Êxodos, Moisés estava conduzindo no deserto o povo israelita que foi liberto da escravidão no Egito, pelas mãos do Senhor. Após contemplarem o milagre no mar vermelho, onde as águas se abriram e o povo pode passar a pé enxuto no leito do mar, caminharam ainda três dias no deserto sem encontrar água e ao encontrarem esta era amarga. Então o povo começou a murmurar.

 

Aqui nos deparamos em uma situação que acontece muito conosco nesses tempos atuais: a murmuração. Já parou para pensar em porque murmuramos? Será que nunca estamos satisfeitos com o que temos e sempre queremos mais? Será que não reconhecemos o que até hoje foi conquistado? Foi isso que aconteceu com os israelitas, passaram pelo milagre do Mar Vermelho, onde Deus os livrou de uma perseguição, os livrou do mal e no momento feliz que passavam cantaram ao Senhor e entoaram-Lhe louvores, porém após enfrentarem mais uma dificuldade, a sede, suas estruturas se abalaram novamente e se comportaram como pessoas que não confiavam no Senhor, que não estavam sendo guiadas por Ele, que a Sua presença não era eficaz e viva no meio deles, então voltaram a murmurar!

 

Bento XVI: Angelus - 24/02/2013

Brasão - Bento XVI

Angelus
Praça São Pedro
Domingo, 24 de fevereiro de 2013

 

Queridos irmãos e irmãs,
Obrigado pelo vosso afeto!

 

Hoje, segundo domingo da Quaresma, temos um Evangelho particularmente belo, aquele da Transfiguração do Senhor. O Evangelista Lucas coloca especial atenção para o fato de que Jesus se transfigurou enquanto rezava: a sua é uma experiência profunda de relacionamento com o Pai durante uma espécie de retiro espiritual que Jesus vive em um alto monte na companhia de Pedro, Tiago e João, os três discípulos sempre presentes nos momentos da manifestação divina do Mestre (Lc 5,10; 8,51; 9,28). O Senhor, que pouco antes tinha predito a sua morte e ressurreição (9, 22) oferece aos discípulos uma antecipação da sua glória. E também na Transfiguração, como no batismo, ressoa a voz do Pai celeste: “Este é o meu filho, o eleito; escutai-o!” (9, 35). A presença então de Moisés e Elias, que representam a Lei e os Profetas da antiga Aliança, é ainda mais significativa: toda a história da Aliança é orientada para Ele, o Cristo, que cumpre um novo “êxodo” (9, 31), não para a terra prometida como no tempo de Moisés, mas para o Céu. A intervenção de Pedro: “Mestre, é bom estarmos aqui” (9, 33) representa a tentativa impossível de parar esta experiência mística. Comenta Santo Agostinho: “[Pedro] … sobre o monte … tinha Cristo como alimento da alma. Por que ele iria descer para voltar aos trabalhos e dores, enquanto lá estava cheio de sentimentos de amor santo para Deus e que o inspiravam, portanto, a uma conduta santa? (Discurso 78,3: PL 38,491).

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