Esperança

Se em Deus depositamos também a Esperança, se Nele esperamos, finalmente o encontraremos

Testemunho - Dignidade devolvida

Testemunho de Gabi que teve sua dignidade de filha de Deus resgatada após seu encontro pessoal com Jesus. O Senhor a conduziu a um processo de conversão diária, luta verdadeira pela santidade.

III Congresso de Formação Católica do Nordeste

III Congresso de Formação Católica do Nordeste com o prof. Felipe Aquino será realizado em dezembro

 

 

Com o tema “Igreja, Identidade e Missão”, a Comunidade Católica Família em Missão

promove o III Congresso de Formação Católica do Nordeste, no dia 3 de dezembro, no

Hotel Praia Centro, em Fortaleza. O palestrante convidado é o professor Felipe

Aquino, autor de 78 livros publicados pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova e

apresentador de programas de rádio e TV na Rede Canção Nova.

O evento tem o objetivo de aprofundar o estudo sobre a fé católica e a missão da

Igreja. É direcionado a todas as pessoas interessadas no assunto, seminaristas,

padres diocesanos e participantes de grupos de oração. Na primeira edição do

Congresso, o professor Felipe Aquino apresentou a História da Igreja desde quando

foi instituída por Jesus Cristo até os dias atuais e na segunda edição falou sobre a

relação entre fé, ciência e razão.

De acordo com o fundador da Comunidade Família em Missão, Paulo Amorim, a

realização desses encontros de formação tem como propósito oferecer mais um

subsídio para uma evangelização frutífera e segura, levando os participantes a

atenderem ao pedido do Papa Francisco: “Ide, sem medo, para servir”.

Paulo Amorim informou que Fortaleza é uma cidade propícia a receber eventos

católicos porque tem sido palco de grandes movimentos de evangelização, além de

apresentar o maior número de comunidades católicas do Brasil.

O Congresso tem início na manhã de sábado, 03, e no fim da tarde do mesmo dia.

Serão, ao todo, quatro palestras de aprofundamento sobre a identidade e missão da

Igreja. Os ingressos estão sendo vendidos por R$ 30,00. A renda será revertida para a

reforma da casa de evangelização da Comunidade Família em Missão.

 

SERVIÇO

II Congresso de Formação Católica do Nordeste

Local: Hotel Praia Centro (Avenida Monsenhor Tabosa, 740)

Data: 3 de dezembro de 2016

Promoção: Comunidade Família em Missão

Informações: (85) 99785.7307 / (85) 99906.9431

Ingressos à venda: Lojas Imaculada Centro (Rua Major Facundo, 371) e Aldeota

(Avenida Desembargador Moreira 2262), Loja Canção Nova (Rua General Tertuliano

Potiguara 452) e pelo site: http://migre.me/viOrG

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Mais um santo para a Igreja, novos beatos e veneráveis

Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco recebeu em audiência, nesta terça-feira (26/04), no Vaticano, o Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, ao qual autorizou a promulgação dos decretos relativos a mais um santo, novos beatos e veneráveis.

Será canonizado o Beato Pe. Alfonso Maria Fusco, sacerdote diocesano, Fundador da Congregação das Irmãs de São João Batista. Ele nasceu em Angri, Província de Salerno, Itália, em 23 de março de 1839, e faleceu em 6 de fevereiro de 1910. 

Serão beatificados:  

- Pe. Giovanni Sullivan sacerdote irlandês da Companhia de Jesus, nascido em 8 de maio de 1861 e morto em 19 de fevereiro de 1933.

- Trinta e oito albaneses: Dom Vincenzo Prennushi, Arcebispo de Durrës, na Albânia, da Ordem dos Frades Menores, e 37 companheiros, mortos entre 1945 e 1974. Eles simbolizam aqueles cristãos que aceitaram o martírio, mas não renegaram a fé em Cristo e na Igreja. Prennushi preferiu o cárcere e a tortura infligida pelo regime de Enver Hoxha do que criar uma igreja nacionalista separada de Roma e do Papa, conforme ordenado por Hoxha. O prelado teve o mesmo destino de Dom Gasper Thaci, também trucidado pelo regime que queria cancelar todo rastro da fé. “Quantos cristãos não se curvaram diante das ameaças, mas prosseguiram sem titubear no caminho empreendido”, disse o Papa Francisco durante a missa celebrada em Tirana, em setembro de 2014, evocando o muro do cemitério de Scutari onde eram feitas  as fuzilações e onde morreram muitos sacerdotes e frades.

- e quatro monges beneditinos: Giuseppe Antón Gómez e 3 companheiros, mortos em 1936.

Os novos veneráveis são:

- O coreano Pe. Thomas Choe Yang-eop sacerdote diocesano, filho de dois mártires. Ele nasceu em 1º de março de 1821 e morreu em 15 de junho de 1861.

- Pe. Sosio Del Prete da Ordem dos Frades Menores, fundador da Congregação das Pequenas Servas de Cristo Rei, nascido em 28 de dezembro de 1885 e morto em 27 de janeiro de 1952; 

- Pe. Venanzio Katarzyniec da Ordem dos Frades Menores Conventuais. Ele nasceu em 7 de outubro de 1889 e morreu em 31 de março de 1921. 

- Maria Conselho do Espírito Santo (no século Emilia Pasqualina Addatis), Fundadora da Congregação das Servas de Maria das Dores de Nocera (Salerno), nascida em 5 de janeiro de 1845 e morta em 11 de janeiro de 1900.
- Maria da Encarnação (no século Caterina Carrasco Tenorio), Fundadora da Congregação das Irmãs da Terceira Ordem de São Francisco do Rebaño de María. Ela nasceu em 24 de março de 1840 e morreu em 24 de novembro de 1917.

-  Maria Laura Baraggia, Fundadora da Congregação das Irmãs da Família do Sagrado Coração de Jesus, nascida em 1° de maio de 1851 e morta em 18 de dezembro de 1923. 

- Ilia Corsaro, Fundadora da Congregação das Pequenas Missionárias Eucarísticas. Ela nasceu em 4 de outubro de 1897 e morreu em 23 de março de 1977.  

- Maria Montserrat Grases García, leiga da Prelazia da Santa Cruz e Opus Dei. Ela nasceu em 10 de julho de 1941 e morreu em 26 de março de 1959. (MJ)

 

FONTE: VATICAN NEWS

28 de abril: São Luís Maria Grignion de Montfort, o “escravo de Maria”

“A quem Deus quer fazer muito santo, o faz muito devoto da Virgem Maria”, disse São Luís de Montfort, o “escravo de Maria” que propagou a devoção à Virgem, pelo que teve que sofrer muito. São João Paulo II fez de sua frase mariana “Totus Tuus” (Todo teu) o lema de seu pontificado.

São Luís nasceu em Montfort (França) em 31 janeiro 1673. Era muito tímido, preferia a solidão e tinha grande devoção pela Eucaristia e pela Virgem Maria. Para ir à Missa, tinha que caminhar duas milhas até a Igreja. Quando estudou com os jesuítas, visitava o templo antes e depois da escola.

Aos 20 anos, sentiu-se chamado ao sacerdócio. No seminário de Paris, o bibliotecário lhe autorizou ler muitos livros da Virgem Maria e, como velador de morto, compreendeu que tudo neste mundo era vão e temporário.

Os superiores não sabiam se o tratavam como um santo ou como um fanático e, pensando mal dele, o mortificavam, humilhavam e insultavam na frente de todos. Era incompreendido por seus companheiros, que riam de Luís e o rejeitavam. Mas o santo se manteve firme na paciência como participação da cruz de Cristo.

Aos 27 anos foi ordenado sacerdote, escolhendo como lema: “ser escravo de Maria”. Os superiores, sem saber o que fazer com ele, negaram-lhe que exercesse a confissão e a pregação, mantendo-o com ofícios menores.

Mais tarde, esteve em um povoado ensinando catequeses às crianças e logo foi nomeado capelão do Hospital de Poitiers, asilo para pobres e marginalizados. Sua simplicidade e naturalidade para servir aos necessitados junto com os ensinamentos marianos que propagava fizeram com que fosse visto como um perigo.

Quando retornou à Paris, criaram falso testemunho contra ele, seus amigos mais próximos o rejeitaram e o Bispo mandou que não falasse mais. Logo compreenderia a razão dos ataques à doutrina mariana que propagava: o demônio se aborrecia.

São Luís recorreu ao Papa Clemente XI para saber se estava errado em seus ensinamentos. O Pontífice o recebeu e deu-lhe o título de Missionário Apostólico.

Desta forma, realizou centenas de missões e retiros que se caracterizaram pela recitação do Santo Rosário, procissões e cânticos à Virgem, animando a retornar aos sacramentos. “A Jesus por Maria” era a sua proposta.

Neste contexto, também foi perseguido pelos hereges jansenistas, que diziam que não se devia receber os sacramentos quase nunca porque ninguém é digno.

Fundou as congregações “Filhas da Sabedoria” e “Missionários Montfortianos (Companhia de Maria)”.

Escreveu o “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”. Alguns pensadores católicos chegaram a considerar esta obra como um exagero o culto da Mãe de Deus, mas a Igreja não encontrou nenhum erro.

São Luís partiu para a Casa do Pai em 28 de abril de 1716, com apenas 43 anos. Foi enterrado na Igreja de Saint-Laurent. A Beata Maria Luísa de Jesus, a primeira das “Filhas da Sabedoria”, morreu 43 anos depois, no mesmo dia, hora e local que São Luís. Logo, foi enterrada ao lado de Montfort.

Séculos mais tarde, São João Paulo II o tomou como referência em sua encíclica “Redemptoris Mater” e visitou o túmulo de São Luís. Ali, ao lado da tumba sofreu um atentado, pois plantaram uma bomba que foi descoberta pelos seguranças. Providencialmente, nada deteve o Papa de honrar o santo que tanto amava.

 

FONTE: ACI DIGITAL

Arqueólogos revelam o cardápio da Última Ceia de Cristo

 

Um recente estudo sobre a cozinha palestina nos tempos de Jesus indica que, além do pão sem fermento e do vinho, na última ceia de Cristo também foram servidos ensopado de feijão, carne de cordeiro, azeitonas, ervas amargas, molho romano de peixe e tâmaras.

Os arqueólogos italianos Generoso Urciuoli e Marta Berogno foram os responsáveis pela investigação que será publicada no livro “Gerusalemme: L’Ultima Cena” (“Jerusalém, a Última Ceia”, ainda sem previsão de lançamento em português).

A mesa e a louça

O material reunido por eles forneceu informações sobre os hábitos alimentares na Jerusalém do início do primeiro século da era cristã. Os estudiosos descobriram que a última ceia de Cristo não foi servida sobre uma mesa retangular, como imaginaram grandes pintores de arte sacra. A comida foi colocada sobre mesas baixas. Jesus e seus apóstolos comeram sentados sobre almofadões no chão, conforme o costume romano da época.

Generoso Urciuoli recorda também que “os judeus observavam as normas de pureza, usando, por exemplo, copos de pedra, que não eram considerados transmissores de impurezas”. Pratos, tigelas e jarras eram de cerâmica.

O lugar dos comensais

A posição em que Jesus e os apóstolos se sentaram também seguiu regras precisas: os comensais mais importantes se sentavam logo à direita e à esquerda do principal.

“Os versículos do Evangelho de João indicam que Judas estava bem perto de Jesus; provavelmente, à sua esquerda. Está escrito, aliás, que Judas submergiu seu pão no prato de Jesus, seguindo a prática de compartilhar a comida a partir de um prato comum”, prossegue Urciuoli.

O cardápio

Para encontrar o menu da última ceia, os arqueólogos usaram passagens bíblicas como a da Festa dos Tabernáculos, as bodas de Caná, onde Jesus transformou a água em vinho, e o banquete de Herodes, quando foi pedida a cabeça de João Batista. “As Bodas de Caná nos permitiram compreender as leis religiosas judaicas dietéticas, conhecidas como kashrut, que determinam quais alimentos podem ou não podem ser consumidos e como eles devem ser preparados. Já a festa de Herodes nos permitiu analisar as influências culinárias romanas em Jerusalém”, explica o arqueólogo.

Os estudos revelam, em suma, que, além do pão sem fermento e do vinho, foram servidos tzir, uma variedade do garum, o típico molho de peixe romano; cordeiro; cholent, um ensopado de feijões cozidos a fogo lento; azeitonas com hissopo, uma erva com sabor de menta; ervas amargas com pistaches e charosset de tâmaras, bem como pasta de nozes.

“As ervas amargas e o charosset são típicos da Páscoa judaica; o cholent era comido nas festas e o hissopo era consumido no dia-a-dia”, diz o pesquisador.

 

FONTE: ALETEIA

"Quem ignora o sofrimento do homem, ignora Deus"

Cidade do Vaticano (RV) – Nesta quarta-feira, o Papa concedeu audiência a cerca de 25 mi fiéis, romanos e turistas presentes na Praça São Pedro, e fez uma catequese baseada na parábola do Bom Samaritano.


A parábola tem origem na pergunta de um Doutor da lei que queria testar Jesus: “Quem é o meu próximo?”. Ele queria uma resposta clara para distinguir os ‘próximos’ dos ‘não-próximos’, tentava entender se eram seus parentes, compatriotas ou pessoas da mesma religião. Jesus responde com uma parábola.

O sacerdote, o levita e o samaritano

Um homem, viajando no caminho entre Jerusalém e Jericó, foi interceptado por bandidos que, depois de o roubarem, ainda o deixaram gravemente ferido. Um sacerdote, um levita e um samaritano passam por ali. O sacerdote e o levita eram religiosos. Esperava-se deles que fossem praticantes da palavra de Deus, pois a conheciam, sabiam o que tinham que fazer. Já o samaritano era um judeu cismático, visto como estrangeiro, pagão e impuro. O sacerdote e o levita ignoram o homem que acabara de ser assaltado e agredido. 

Conhecer a Bíblia não significa saber amar

“O primeiro ensinamento na parábola é este: não é automático que quem frequenta a casa de Deus e conhece a sua misericórdia sabe amar o próximo. Você pode conhecer toda a Bíblia, toda a teologia, mas o amor... vai por outro caminho! Diante do sofrimento de tanta gente que sofre fome, violência e injustiças, não podemos ser meros espectadores. Ignorar o sofrimento do homem significa ignorar Deus!”, frisou o Papa.

Francisco prosseguiu destacando o centro da parábola: o samaritano, o desprezado, aquele que também tinha seus afazeres, faz de tudo para salvar esse homem, ‘moveu-se de compaixão’. “Esta é a diferença”, disse, “os outros dois viram, mas seus corações ficaram impassíveis enquanto o coração do bom samaritano estava ‘sintonizado’ com o coração de Deus. Em seus gestos e ações, identificamos o agir misericordioso de Deus: é a mesma compaixão com que o Senhor vem ao encontro de cada um de nós. 

Aproximar-se de quem sofre é aproximar-se de Deus

“Ele não nos ignora, conhece nossas dores, sabe que precisamos de ajuda e consolação. Ele vem perto de nós e nunca nos abandona”.

O samaritano doou-se completamente ao homem que necessitava, empregando cuidado, tempo e até dinheiro. “E isto nos ensina que a compaixão, o amor, não é um sentimento vago, mas significa cuidar do outro, comprometer-se, identificar-se com ele: “Amarás o próximo como a ti mesmo”, é o mandamento do Senhor. 

Compaixão: sofrer 'com'

Concluindo a parábola, Jesus perguntou Jesus “Qual dos três foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?”. E a resposta é indiscutível: “Aquele que teve compaixão dele”.  

Francisco explicou que o ‘próximo’ foi o samaritano, porque se aproximou do moribundo. “Não devemos classificar os outros e ver quem é próximo e quem não o é. Podemos nos tornar próximos de quem quer que esteja em necessidade, e o seremos se tivermos compaixão em nosso coração”.

Amar como Ele nos amou

“Esta parábola – concluiu – é um lindo presente, e um compromisso, para todos nós.  “Vai e faze tu a mesma coisa”, disse Jesus ao Doutor da lei. Somos todos chamados a percorrer o mesmo caminho do samaritano, que retrata Cristo: “Jesus se inclinou sobre nós, se fez nosso servo, e assim nos salvou, para que nós possamos nos amar, como Ele nos amou”.

 

FONTE: VATICAN NEWS

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