Esperança

Se em Deus depositamos também a Esperança, se Nele esperamos, finalmente o encontraremos

Testemunho - Dignidade devolvida

Testemunho de Gabi que teve sua dignidade de filha de Deus resgatada após seu encontro pessoal com Jesus. O Senhor a conduziu a um processo de conversão diária, luta verdadeira pela santidade.

Papa: quem segue Jesus não erra. Não confiar em falsos videntes

SFC 18.4.16   Homilia do Papa 47563“Se ouvirmos a voz de Jesus e o seguirmos, não erraremos o caminho”. Com essa reflexão, o Papa Francisco começou a semana celebrando a missa na manhã de segunda-feira, (18/04), na Casa Santa Marta.


A porta, o caminho e a voz. O Pontífice se inspirou no Evangelho do dia – quase um “eco” do trecho sobre o Bom Pastor – para comentar três realidades determinantes para a vida do cristão. Antes de tudo, observou, Jesus adverte que “quem não entra no redil das ovelhas pela porta é um ladrão e assaltante”. Cristo é a porta. Não existe outra, afirmou Francisco.

 

Tomamos decisões em nome de Jesus?


“Jesus – prosseguiu ele – sempre falava para as pessoas com imagens simples: toda aquela gente conhecia como era a vida de um pastor, porque a via todos os dias”. E entenderam que “se entra no redil das ovelhas somente pela porta”. Os que querem entrar por outra parte, ao invés, são delinquentes:


“O senhor fala tão claro. Não se pode entrar na vida eterna por outra porta que não seja A porta, isto é, Jesus. É a porta da nossa vida e não somente da vida eterna, mas também da nossa vida cotidiana. Esta decisão, por exemplo, eu a tomo em nome de Jesus ou a tomo – digamos numa linguagem simples – de contrabando? No redil se entra somente pela porta, que é Jesus!”

 

Seguir Jesus e não cartomantes


“Jesus, prosseguiu, fala sobre o caminho”. O Pastor conhece as suas ovelhas e as conduz para fora: “Caminha diante delas e as ovelhas o seguem”. “O caminho é este”, disse o Papa, seguir Jesus no “caminho da vida, da vida de todos os dias”. Não se pode errar, “Ele está diante e nos indica o caminho”:


“Quem segue Jesus não erra! Mas Padre, as coisas são difíceis. Muitas vezes eu não vejo claro o que fazer. Disseram-me que lá havia uma vidente e eu fui lá. Fui à cartomante que me mostrou as cartas. Se você faz isso, você não segue Jesus! Segue outro que lhe mostra outra estrada, diferente. Ele adiante indica o caminho. Não há outro que possa indicar a estrada. Jesus nos avisou: “Virão outros que dirão: o caminho do Messias é este. Não os escutem! Eu sou o caminho! Jesus é a porta e também a estrada. Se seguirmos Jesus não erraremos.”

 

Bem-aventuranças


Francisco se deteve na voz do Bom Pastor. “As ovelhas o seguem porque conhecem a sua voz”, disse o Pontífice. “Mas podemos conhecer a voz de Jesus”, perguntou o Papa, e também nos defender “da voz daqueles que não são Jesus, que entram pela janela, que são bandidos, que destroem, que enganam”?


“Eu lhe direi a receita, simples. Você encontrará a voz de Jesus nas Bem-aventuranças. Alguém que lhe ensine um caminho contrário às Bem-aventuranças é uma pessoa que entrou pela janela: não é Jesus! Segundo ponto: Você conhece a voz de Jesus? Você pode conhecê-la quando nos fala das obras de misericórdia. Por exemplo, no capítulo 25 de São Mateus: “Se uma pessoa lhe diz aquilo que Jesus diz ali é a voz de Jesus. E terceiro: Você pode conhecer a voz de Jesus quando ele lhe ensina a dizer Pai, ou seja, quando lhe ensina a rezar o Pai Nosso.”


“É tão fácil a vida cristã”, comentou o Papa. Jesus é a porta. Ele nos guia no caminho e nós conhecemos a sua voz nas Bem-aventuranças, nas obras de misericórdia e quando nos ensina a dizer Pai. Lembrem-se! Ele é a porta, o caminho e a voz. Que o Senhor nos ajude a entender esta imagem de Jesus, este ícone: o Pastor, que é a porta, indica o caminho e nos ensina a ouvir a sua voz.


Fonte: News Vatican

“Francisco nos devolveu a vida”, dizem os sírios acolhidos pelo Papa

SFC 18.4.16   Papa Francisco 09d27
Em sua visita à ilha grega de Lesbos, Francisco deu uma lição ao mundo ao levar consigo três famílias de refugiados sírios, no total de doze pessoas, para que iniciem vida nova sob a proteção do Vaticano. “Francisco nos salvou a vida”, afirmaram.
“Ele é nosso salvador. Ficaremos à altura desta oportunidade”, acrescentaram.


As três famílias, muçulmanas e em situação regular, que viajaram com Francisco no avião, passaram sua primeira noite hospedados na Comunidade católica de São Egídio, no bairro romano de Trastevere.


Em um gesto desafiador do pontífice em relação à Europa, Francisco reconheceu ante a imprensa que “é uma gota no mar, mas, depois desta gota, o mar não será mais o mesmo”, citando madre Teresa, durante o voo de volta de Lesbos.


Francisco, neto de migrantes italianos, contou que a ideia lhe foi sugerida há uma semana por um colaborador.


“Havia também duas famílias cristãs, mas os papéis não estavam prontos. Para mim, todos os refugiados são filhos de Deus”, insistiu.


Depois de sua chegada à Roma, os refugiados sírios agradeceram ao papa “a sorte que deu a eles, com seu gesto de esperança que tanto os comoveu”, segundo informou o jornal La Stampa.


Se no início pensavam em ir para a Alemanha ou o norte da Europa, agora se sentem totalmente agradecidos pelo gesto do Papa. “Somos os convidados do papa, ele nos salvou e devolveu a vida”.


“Vimos amigos e parentes morrerem sob os escombros, fugimos porque na Síria não tínhamos qualquer esperança”, explica Hassan, engenheiro originário de Damasco, acompanhado por sua esposa, Nour, e seu filho de dois anos.


“Em Lesbos, compreendemos que estávamos bloqueados em um lugar de onde não poderíamos sair, em uma prisão”, lamentou-se. Até o dia em que chegou o Papa, “nosso salvador”, segundo ele.


“Esperamos que a opinião pública na Europa compreenda nossas razões e que e o gesto do Papa tenha suas consequências na política em relação aos refugiados”, declarou, por sua vez, Nour ao jornal La Repubblica.

 

– O dom do Papa –


Wafa, junto a seu marido Osama e seus filhos Masa e Omar, de 8 e 6 anos, descreve os contínuos bombardeios que viveu nos últimos meses.


“Desde então, meu filho Omar fala muito pouco, nenhuma palavra sai de sua boca, está encerrado em um silêncio impenetrável”, conta a mãe, visivelmente triste.


Em Lesbos, “os dias eram longos até que Francisco nos devolveu a vida”.


Ramy, um professor de 51 anos, explica que fugiu de Deir Ezor, uma província controlada pelo grupo Estado Islâmico (EI), com sua esposa Suhila e seus três filhos – Rashid e Abdelmajid, de 18 e 16 años, e a pequena Al Quds, de 7 anos. Depois da destruição de sua casa, decidiram ir embora.


“Somos gratos ao Papa, estaremos à altura desta oportunidade que ele nos deu e do dom que nos proporcionou”, declarou ao La Stampa. Ele admitiu não saber se sua vida deve recomeçar na Europa ou talvez um dia possam voltar para uma Síria sem guerra e violência.


Com estas novas famílias, o Vaticano, que tem 1.000 habitantes, abriga 20 refugiados. Se os 300 milhões de europeus fizessem a mesma coisa, 6 milhões de refugiados seriam acolhidos.


No final do ano passado, o Papa convidou a todas as paróquias da Europa a abrigar uma família de refugiados, um pedido a que muitos não responderam devido à crescente desconfiança em relação aos muçulmanos.


Fonte: Aleteia

Aborteiro é visitado por santo católico e se converte em apóstolo da vida

sfc 18.4.16    stojan adasevic
O sérvio Stojan Adasevic jamais esquecerá o dia em que, ainda como jovem estudante de medicina, estava organizando alguns arquivos na sala dos médicos, e alguns ginecologistas entraram na sala. Sem prestarem atenção ao estudante agachado atrás de uma pilha de papéis no canto do cômodo, eles começaram a contar histórias de sua prática médica.


O doutor Rado Ignatovic lembrou de uma paciente que o tinha procurado para um aborto, e o procedimento falhou porque o médico não tinha sido capaz de alinhar o colo do útero. Enquanto os médicos continuaram discutindo a história da mulher, Stojan, que estava escutando, subitamente enrijeceu. Ele reparou que a mulher sobre a qual discutiam, uma antiga dentista que trabalhava em uma clínica próxima, era ninguém menos que sua mãe.


"Ela já morreu — observou um dos médicos —, mas eu me pergunto o que aconteceu ao seu filho indesejado."


Stojan não pôde resistir. "Eu sou a criança!", ele disse, levantando-se. O silêncio pairou sobre a sala. Segundos depois, os médicos começaram a se retirar.


Por muitos anos, o doutor Adasevic se lembraria várias vezes desse evento. Era-lhe perfeitamente claro o fato de que ele devia sua vida a um aborto malsucedido. Ele, por sua vez, jamais cometeria a mesma mancada. Muitas mulheres se dirigiam a ele por dificuldade em alinhar o colo do útero. Esse nunca tinha sido um problema para Stojan. Ele se tornou o maior abortista de Belgrado e, em pouco tempo, superou o seu mestre na profissão — o dr. Ignatovic, a cuja incompetência ele devia a sua vida.


"O segredo está em acostumar a mão através de procedimentos frequentes", ele dizia, citando o provérbio alemão, Übung macht Meister, isto é, a prática faz o mestre. Fiel a essa máxima, ele realizaria de 20 a 30 abortos por dia. Seu recorde foi 35 abortos em um só dia. Hoje, ele perdeu a conta dos abortos que realizou nos seus 26 anos de prática. Ele estima algo entre 48 e 62 mil abortos.


Por anos ele permaneceu convencido de que o aborto — como se ensinava nas faculdades e livros de medicina — era um procedimento cirúrgico não muito diferente da retirada de um apêndice. A única diferença estava no órgão a ser removido: um pedaço de intestino num caso, e um tecido embrionário no outro. Dúvidas começaram a surgir só nos anos 80, quando a tecnologia do ultrassom chegou aos hospitais da antiga Iugoslávia. Foi então que Adasevic viu pela primeira vez no monitor de ultrassom o que até aquele momento era invisível para ele — o interior do ventre de uma mulher, uma criança viva, chupando o próprio dedo, movendo os seus bracinhos e perninhas. Com relativa frequência, fragmentos daquelas crianças logo estariam sendo deitados na mesa que ficava ao seu lado.


"Eu via sem ver — ele lembra hoje —, mas tudo mudou quando começaram os sonhos."


Os sonhos de Adasevic


Os sonhos, na verdade, eram versões diferentes de uma só cena, que o assombrava toda noite, dia após dia, semana após semana, mês após mês. Ele sonhava que estava passeando em um campo ensolarado, com belas flores crescendo ao redor, e com o ar repleto de borboletas coloridas. Embora estivesse tudo agradável, uma sensação de ansiedade o oprimia. Subitamente, o campo se enchia com crianças rindo, correndo e jogando bola. A idade delas variava de três ou quatro até cerca de vinte anos. Todas eram incrivelmente belas. Um menino em particular, e duas das meninas, pareciam-lhe estranhamente familiares, mas ele não conseguia lembrar onde as havia visto. Quando tentava falar com elas, elas saíam correndo de terror, gritando. O quadro inteiro era presidido por um homem vestido de hábito preto que assistia atentamente a tudo, em silêncio.


Toda noite Adasevic acordava aterrorizado e ficava acordado até a manhã. Pílulas e remédios de ervas medicinais eram inúteis. Uma noite, ele ficou perturbado durante o sonho e começou a perseguir as crianças, que fugiam. Ele pegou uma delas, mas a criança chorava de medo: "Socorro! Assassino! Salve-me do assassino!" Naquele momento, o homem vestido de preto se transformou em uma águia, aproximou-se e tirou a criança de suas mãos. O médico acordou com o coração batendo como martelo em suas costelas. O quarto estava frio, mas ele estava quente e coberto de suor. Na manhã seguinte, ele decidiu procurar um psiquiatra. Como não houvesse nenhum horário imediato disponível, ele fez um agendamento.


Na noite daquele mesmo dia, porém, ele decidiu que pediria ao homem dos seus sonhos que se identificasse. Foi o que ele fez. O estranho disse-lhe: "Mesmo se eu lhe dissesse, meu nome não significaria nada para você." Como o médico persistisse, o homem finalmente respondeu: "Chamo-me Tomás de Aquino."


De fato, o nome não significava nada para Adasevic. Era a primeira vez que ele o ouvia. O homem de preto continuou:


— Por que você não pergunta quem são as crianças? Você não as reconhece?


Quando o médico disse que não, ele respondeu:


— Mentira. Você as conhece muito bem. Estas são as crianças que você matou enquanto realizava abortos.


— Como isso é possível? — ele replicou — Essas são crianças crescidas. Eu nunca matei crianças já nascidas. Eu nunca matei um homem de vinte anos.


Tomás replicou:


— Você o matou vinte anos atrás — respondeu o monge —, quando ele tinha três meses de vida.


Foi então que Adasevic reconheceu os traços do garoto de vinte anos e das duas garotas. Elas lembravam pessoas de seu círculo próximo, pessoas para quem ele havia realizado abortos ao longo dos anos. O menino se parecia com um amigo próximo de Adasevic. Stojan tinha realizado um aborto em sua mulher vinte anos atrás. Nas duas meninas o médico reconheceu as suas mães, uma das quais aconteceu de ser a sua sobrinha. Depois de acordar, ele decidiu nunca mais realizar nenhum aborto em sua vida.


Por Grzegorz Gorn | Tradução: Equipe CNP
Fonte: Christo Nihil Praeponere

Papa: "Humilhações aumentam nossa capacidade de amar"

SFC 15.4.16   Missa com o Papa fa1bfA um coração duro, que decide se abrir com ‘docilidade’ a seu Espírito, Deus dá sempre a graça e a ‘dignidade’ de se erguer, se necessário, até com a humilhação. Foi a afirmação feita pelo Papa na homilia da missa da manhã desta sexta-feira, (15/04), celebrada na Casa Santa Marta, comentando o trecho bíblico da conversão de São Paulo.


Zelar pelas coisas sagradas não significa ter um coração aberto a Deus. O Papa citou o exemplo de um homem firme na fidelidade aos princípios de sua fé, Paulo de Tarso, mas com o ‘coração fechado’, totalmente surdo a Cristo, que concordava em exterminar seus seguidores a ponto de autorizar a acorrentar aqueles que viviam em Damasco.

 

A humilhação que toca o coração


Tudo se reverte justamente no caminho que o leva a esta meta; e a de Paulo se torna a “história de um homem que deixa que Deus mude o coração”. Paulo é envolvido por uma luz potente, sente uma voz que o chama, cai e fica momentaneamente cego. “Saulo o forte, o seguro, estava no chão”, comentou Francisco. Naquela condição, sublinhou, “compreende a sua verdade: não era um homem como Deus queria, porque Deus criou todos nós para estarmos em pé, com a cabeça erguida”. Mas a voz do céu não diz apenas “Por que me segues?”, mas o convida a se levantar:


“Levanta-te e te será dito, deves ainda aprender”. E quando começou a se erguer, não conseguia e percebeu que estava cego: naquele momento havia perdido a visão. ‘E se deixou guiar’: o coração começou a se abrir. Assim, levando-o pela mão, os homens que estavam com ele o conduziram a Damasco, aonde por três dias não pôde ver, não comeu e nem bebeu. Este homem estava no chão, mas logo entendeu que deveria aceitar esta humilhação. A humilhação é o caminho para abrir o coração. Quando o Senhor nos envia humilhações ou permite que elas venham, é justamente para isso: para que o coração se abra, seja dócil, se converta ao Senhor Jesus.

 

Espírito Santo protagonista


O coração de Paulo se derrete. O que muda, naqueles dias de solidão e cegueira, é a sua vista interior. Depois, Deus lhe envia Ananias, que lhe impõe as mãos e também os olhos de Saulo voltam a enxergar. Mas há um aspecto desta dinâmica, afirmou o Papa, que deve ser ressaltado:


“Recordamos que o protagonista destas histórias não são nem os doutores da lei, nem Estêvão, nem Filipe, nem o eunuco, nem Saulo… É o Espírito Santo. O protagonista da Igreja é o Espírito Santo que conduz o povo de Deus. E, imediatamente, caíram dos olhos de Saulo algo como que escamas e ele recuperou a vista. Levantou-se e foi batizado. A dureza do coração de Paulo – Saulo, Paulo – se transforma em docilidade ao Espírito Santo”.

 

A dignidade de se reerguer


“É belo – concluiu Francisco – ver como Senhor é capaz de mudar os corações” e fazer que “um coração duro, teimoso, se torne um coração dócil ao Espírito”.


“Todos nós temos durezas no coração, todos nós. Se alguém de vocês não têm, levante a mão, por favor. Peçamos ao Senhor que nos mostre que estas durezas nos jogam no chão. Que nos envie a graça e também – se necessário – as humilhações, para não ficarmos no chão, mas levantarmo-nos, com a dignidade com a qual Deus nos criou, ou seja, com a graça de um coração aberto e dócil ao Espírito Santo”.


Fonte: News Vatican

Não são necessárias coisas "extraordinárias" para descobrir a vocação

SFC 15.4.16   Leonardo Mantilla 91bc9
Leonardo Mantilla Morales tem 24 anos, está estudando o segundo ano de Filosofia, vai ser sacerdote no México e compartilha sua experiência do chamado que recebeu de Deus, sobre o qual disse que não precisa “escutar coisas extraordinárias” para descobri-lo.


O Sistema Informativo da Arquidiocese do México (SIAME) publicou o testemunho deste jovem natural de Calmeca Tepexco, no estado de Puebla, que compartilha sua experiência pessoal.


“Sempre que compartilho como foi minha experiência do chamado que Deus me faz a viver esta vocação, estou acostumado a dizer que não esperem escutar coisas extraordinárias como: ‘enquanto rezava, escutei a voz de Deus que me convidava a segui-lo’ ou ‘tive um sonho no qual Deus me dizia que deveria ser sacerdote’”, afirma.


Deus, prossegue, “mostra através de pequenos sinais, coisas simples, e inclusive por meio de algumas pessoas, e foi assim como percebi que quando abrimos o nosso coração a Deus, Ele faz maravilhas em nós e transforma nossas vidas”.


“A partir do encontro que tive com Deus, minha vida mudou radicalmente. Ao começar o ensino médio, parecia que estava tudo bem; entretanto, quando já estava no último ano de colégio, entrei em uma depressão pois para mim a vida já não tinha sentido, nada me importava, e deste modo, estava completamente afastado de Deus. Depois de terminar o ensino médio, comecei o pré-vestibular”, relata.


A cada ano, durante a Semana Santa, recorda Mantilla, “sacerdotes e seminaristas do Seminário Conciliar do México realizavam uma missão em minha comunidade. Enquanto estudava no pré-vestibular, o Senhor me mostrou sua misericórdia e o grande amor que tem por nós”.


Em um determinado ano, “por curiosidade, participei das palestras realizadas durante esses dias; parecia que os temas estavam dirigidos especialmente para mim, justamente pelo momento que estava passando”.


“Então senti a necessidade de me confessar e me aproximar da Comunhão; a partir desse momento, começou a crescer em mim a semente da vocação, Deus havia me conquistado”.


“Procurava participar da Missa a cada domingo e fui me aproximando cada vez mais de Deus; com o passar do tempo entrei no grupo de coroinhas e mais tarde na equipe de catequese; não obstante, sentia que Deus me pedia algo mais, minha pergunta era: ‘como sei que Deus está me chamando?’”.


A resposta, recorda o jovem seminarista, “fui encontrando em pequenos sinais por meio dos quais descobria a presença de Deus, testemunhos de sacerdotes e uma profunda oração”.


Essa temporada, prossegue Mantilla, foi de “profundo discernimento, pois em ocasiões pensava que a ideia de ser sacerdote seria apenas passageira, mas a dúvida da minha vocação continuava. Terminei o pré-vestibular em 2009 e quatro anos depois decidi aceitar o chamado que Deus me fazia”.


Leonardo Mantilha finalmente agradece a “tantas pessoas que encontrei em meu caminho e sobretudo a Deus pelo grande presente da minha vocação”.


Fonte: ACI Digital

AJUDE-NOS

Comunidade Católica Família em Missão

CNPJ 19 446 396/0001-23


Banco: ITAU
Agência: 0667  |   Conta Corrente: 8945-2

 

Liturgia Diária