Esperança

Se em Deus depositamos também a Esperança, se Nele esperamos, finalmente o encontraremos

Testemunho - Dignidade devolvida

Testemunho de Gabi que teve sua dignidade de filha de Deus resgatada após seu encontro pessoal com Jesus. O Senhor a conduziu a um processo de conversão diária, luta verdadeira pela santidade.

Por que o Papa Francisco irá à ilha grega de Lesbos?

sfc 15.4.16   papa na grecia
Será uma visita para expressar proximidade e solidariedade aos milhares de refugiados que chegam em busca de um futuro melhor ao fugir da guerra, disse na manhã de hoje o Papa Francisco ao se referir à viagem que realizará no próximo sábado, 16, à ilha grega de Lesbos, onde a cada dia chegam dezenas de imigrantes fugindo da guerra no Oriente Médio.


Na Audiência Geral desta quarta-feira na Praça de São Pedro, Francisco explicou os motivos de sua visita: “No próximo sábado irei a ilha de Lesbos, onde nos meses passados transitaram inúmeros prófugos”.


“Irei com os meus irmãos o Patriarca de Constantinopla, Bartolomeu, e o arcebispo de Atenas e de toda a Grécia, Jerônimo, para expressar proximidade e solidariedade seja aos prófugos, seja aos cidadãos de Lesbos e a todo o povo grego, tão generoso no acolhimento”.


Em seguida pediu aos milhares de fiéis presentes: “Peço por favor que me acompanhem com a oração, invocando a luz e a força do Espírito Santo e a materna intercessão da Virgem Maria”.


O Vaticano informou sobre a viagem no último dia 7 de abril. Em Lesbos, Francisco se encontrará com os refugiados, a maioria sírios, que chegaram à ilha atravessando o Mar Egeu ao fugir da guerra. Trata-se da principal porta de entrada à Europa.


Segundo as últimas cifras da ONU, 19.900 pessoas chegaram à Itália por mar desde o começo deste ano, e 153.000 à Grécia.


Mais de 700 pessoas morreram ou desapareceram nesse mesmo período no Mar Mediterrâneo.


Fonte: ACI Digital

Papa: cruéis ou educadas, perseguições são o pão cotidiano da Igreja

SFC 12.4.16   Missa com o Papa 88203“A perseguição é o pão cotidiano da Igreja”. Foi o que disse o Papa Francisco na homilia da Missa celebrada na manhã de terça-feira, (12/04), na capela da Casa Santa Marta.

 

Assim como aconteceu com Estêvão, o primeiro mártir, ou com os “pequenos mártires” assassinados por Herodes, também hoje – afirmou o Papa – muitos cristãos são mortos por causa de sua fé em Cristo e outros ainda são perseguidos “educadamente” porque querem manifestar o valor de serem “filhos de Deus”.

 

Francisco falou de dois tipos de perseguição: aquelas sangrentas, com seres dilacerados por animais selvagens para a alegria do público ou que explodem por uma bomba na saída da Missa. E perseguições com “luvas brancas”, disfarçadas “de cultura”, que confinam num ângulo da sociedade, que fazem perder o trabalho por não se adequar a leis que “vão contra Deus Criador”.

 

Mártires de todos os dias

 

A narração do martírio de Estêvão, descrito no trecho dos Atos dos Apóstolos proposto pela liturgia, leva o Papa a considerações sobre uma realidade que há 2 mil anos é uma história dentro da história da fé cristã: a perseguição.

 

“A perseguição, eu diria, é o pão cotidiano da Igreja. Jesus o disse. Nós, quando fazemos um pouco de turismo por Roma e visitamos o Coliseu, pensamos que os mártires eram aqueles mortos com os leões. Mas os mártires não foram somente aqueles ali ou outros. São homens e mulheres de todos os dias: hoje, no dia de Páscoa, somente três semanas atrás... aqueles cristãos que festejavam a Páscoa no Paquistão foram martirizados justamente porque festejavam o Cristo Ressuscitado. E assim a história da Igreja vai avante com os seus mártires”.

 

“Perseguições educadas”

 

O martírio de Estêvão provocou uma cruel perseguição anticristã em Jerusalém, análoga às que sofrem quem não é hoje livre de professar a sua fé em Jesus. “Mas – observa Francisco – existe outra perseguição, da qual não se fala muito: a perseguição mascarada de cultura, de modernidade, de progresso”:

 

“É uma perseguição – diria com um pouco de ironia – ‘educada’. É quando o homem não é perseguido por confessar o nome de Cristo, mas porque quer ter e manifestar os valores do Filho de Deus. É uma perseguição contra Deus Criador na pessoa de seus filhos! E assim, vemos todos os dias que as potências fazem leis que obrigam a seguir este caminho e a nação que não respeita estas leis modernas, cultas, ou que não quer tê-las em sua legislação, é acusada, perseguida educadamente. É a perseguição que tira do homem a liberdade, inclusive de objetar com a consciência!”.

 

A grande apostasia

 

“Esta é a perseguição do mundo que tira a liberdade”, enquanto “Deus nos fez livres de dar testemunho do Pai que nos criou e de Cristo que nos salvou”, disse o Papa, acrescentando que “esta perseguição tem até um líder”:

 

“O líder da perseguição ‘educada’, Jesus o nomeou: é o príncipe deste mundo. Quando as potências querem impor comportamentos e leis contra a dignidade do Filho de Deus, perseguem-no e vão contra o Deus Criador. É a grande apostasia. Assim, a vida dos cristãos vai avante, com estas duas perseguições. O Senhor nos prometeu que não se afastará de nós. “Estejam atentos, atenção!” Não caiam no espírito do mundo. Estejam atentos, mas prossigam, Eu estarei com vocês!".

 

Fonte: News Vatican

A oração do Papa Francisco pelas famílias

SFC 12.4.16   Família 12e55
Oração à Sagrada Família

Jesus, Maria e José,

em Vós contemplamos

o esplendor do verdadeiro amor,

confiantes, a Vós nos consagramos.

 

Sagrada Família de Nazaré,

tornai também as nossas famílias

lugares de comunhão e cenáculos de oração,

autênticas escolas do Evangelho

e pequenas igrejas domésticas.

 

Sagrada Família de Nazaré,

que nunca mais haja nas famílias

episódios de violência, de fechamento e divisão;

e quem tiver sido ferido ou escandalizado

seja rapidamente consolado e curado.

 

Sagrada Família de Nazaré,

fazei que todos nos tornemos conscientes

do carácter sagrado e inviolável da família,

da sua beleza no projeto de Deus.

 

Jesus, Maria e José,

ouvi-nos e acolhei a nossa súplica.

Amém.

 

Fonte: Aleteia

Ideologia de gênero esvazia o fundamento da família, diz o Papa em Amoris Laetitia

sfc 12.4.16   genero
Na recentemente publicada exortação apostólica Amoris Laetitia, o Papa Francisco apresenta alguns critérios para entender a realidade da ideologia de gênero, nascida com a denominação gender nos Estados Unidos, a qual “nega a diferença e a reciprocidade natural de homem e mulher”.

 

A ideologia de gênero, explica o Santo Padre no numeral 56 do documento, “prevê uma sociedade sem diferenças de sexo, e esvazia a base antropológica da família”. Além disso, procura uma identidade humana que pode determinar-se de forma individual e ser trocada no tempo.

 

“Esta ideologia leva a projetos educativos e diretrizes legislativas que promovem uma identidade pessoal e uma intimidade afetiva radicalmente desvinculadas da diversidade biológica entre homem e mulher”, alerta o Pontífice.

 

A exortação também expõe quão inquietante resultam este tipo de ideologias que “procurarem impor-se como pensamento único que determina até mesmo a educação das crianças” e que ignoram que o sexo biológico e o papel sociocultural do sexo (gênero), embora possam distinguir-se, não podem ser separados. 

 

Por outro lado, lamentou que “a vida humana bem como a paternidade e a maternidade tornaram-se realidades componíveis e decomponíveis, sujeitas de modo prevalecente aos desejos dos indivíduos ou dos casais”.

 

Esta situação é derivada da “revolução biotecnológica no campo da procriação humana”, a qual introduziu a possibilidade de manipular a geração de uma nova vida separando-a da relação sexual entre homem e mulher.

 

O Pontífice ressalta que não se devem aceitar ideologias que pretendem partir em dois os aspectos inseparáveis da realidade, para não cair “no pecado de pretender substituir-nos ao Criador”.

 

“Somos criaturas, não somos onipotentes. A criação precede-nos e deve ser recebida como um dom. Ao mesmo tempo somos chamados a guardar a nossa humanidade, e isto significa, antes de tudo, aceitá-la e respeitá-la como ela foi criada”, sublinhou.

 

Em abril do 2015, na Audiência Geral na Praça de São Pedro, o Santo Padre destacou que “a diferença sexual está presente em muitas formas de vida, na longa escala dos seres vivos. Mas unicamente no homem e na mulher ela tem em si a imagem e a semelhança de Deus: o texto bíblico repete-o três vezes, em dois versículos”.

 

“Isto diz-nos que não apenas o homem em si mesmo é imagem de Deus, não só a mulher em si mesma é imagem de Deus, mas também o homem e a mulher, como casal, são imagem de Deus”, indicou o Papa na ocasião.

 

Fonte: ACI Digital

Papa: doutores da lei estão fechados à profecia e à vida

SFC 11.4.16   Homilia do Papa 0f134O Papa Francisco começou a semana celebrando a Missa na Casa Santa Marta, nesta segunda-feira (11/04). A sua homilia foi centralizada na primeira leitura dos Atos dos Apóstolos, em que os doutores da lei acusam Estêvão com calúnias porque não conseguem “resistir à sabedoria e ao Espírito” com que ele falava. Instigam falsos testemunhos para dizer que o ouviram “pronunciar blasfêmias contra Moisés, contra Deus”.


“O coração fechado à verdade de Deus – observou o Papa – fica preso somente à verdade da lei”, ou melhor – precisou o Pontífice – “mais do que pela lei, pela letra”, e “não encontra outra saída a não ser a mentira, o falso testemunho e a morte”. Jesus já os havia repreendido por esta atitude, porque “seus pais tinham matado os profetas” e eles, agora, construíam monumentos a esses profetas.


E a resposta dos “doutores da letra” é mais “cínica” do que “hipócrita”: “Se nós estivéssemos na situação dos nossos pais, não teríamos feito o mesmo”. E “assim – explicou o Papa – se lavam as mãos e se julgam puros diante de si mesmos. Mas o coração está fechado à Palavra de Deus, está fechado à verdade, está fechado ao mensageiro de Deus que traz a profecia para levar avante o povo de Deus”:

 

Coração fechado


“Faz-me mal quando leio aquele pequeno trecho do Evangelho de Mateus, quando Judas arrependido vai aos sacerdotes e diz ‘pequei’ e quer dar … e dá as moedas. ‘Que nos importa! – dizem eles – o problema é seu!” Um coração fechado diante deste pobre homem arrependido que não sabia o que fazer. “O problema é seu’ e foi se enforcar. E o que eles fazem quando Judas vai se enforcar? Falam e dizem ‘mas, pobre homem? Eh, sim…’ Não! As moedas, rápido! “Essas moedas são a preço de sangue, não podem entrar no templo …” e a regra é esta, esta e esta... Os doutores da letra”.

 

E o Papa Francisco prosseguiu:


“A eles não importa a vida de uma pessoa, a eles não importa o arrependimento de Judas: O Evangelho diz que ele voltou arrependido. A eles importa somente o seu esquema de leis e muitas palavras e coisas que construíram. Esta é a dureza de seu coração. Esta é a dureza do coração, da tolice do coração dessa gente que, como não podia resistir à verdade de Estêvão, vai procurar testemunhos, testemunhas falsas para julgá-lo.”

 

História


Estêvão, afirmou o Papa, termina como todos os profetas, termina como Jesus. Isso se repete na história da Igreja:


“A história nos fala de muita gente que foi morta e julgada não obstante fosse inocente. Julgada com a Palavra de Deus, contra a Palavra de Deus. Pensemos na caça às bruxas ou em Santa Joana D’Arc, em muitos outros que foram queimados e condenados porque não se ajustaram, segundo os juízes, à Palavra de Deus. É o modelo de Jesus que, por ter sido fiel e obedecido à Palavra do Pai, termina na cruz. Com muita ternura Jesus diz aos discípulos de Emaús: ‘Ó tolos e tardos de coração’! Peçamos hoje ao Senhor para que com a sua ternura olhe as pequenas e grandes tolices de nosso coração, nos acaricie e nos diga ‘Ó tolos e tardos de coração’ e comece a nos explicar as coisas.”

 

Fonte: News Vatican

AJUDE-NOS

Comunidade Católica Família em Missão

CNPJ 19 446 396/0001-23


Banco: ITAU
Agência: 0667  |   Conta Corrente: 8945-2

 

Liturgia Diária