Esperança

Se em Deus depositamos também a Esperança, se Nele esperamos, finalmente o encontraremos

Testemunho - Dignidade devolvida

Testemunho de Gabi que teve sua dignidade de filha de Deus resgatada após seu encontro pessoal com Jesus. O Senhor a conduziu a um processo de conversão diária, luta verdadeira pela santidade.

Papa: Todos somos chamados a comunicar a mensagem da Ressurreição

SFC 11.4.16   Praça São Pedro 48f41Como habitualmente, também nas palavras proferidas antes da oração do Regina Coeli juntamente com os fieis reunidos, este domingo, na Praça de São Pedro, o Papa Francisco teceu algumas considerações acerca do Evangelho deste domingo, III da Páscoa.


Um texto em que o Apóstolo João é um importante protagonista. É ele que reconhece o Jesus nas margens do Lago da Galileia, onde Jeuss vai à procura deles, e onde acontece a pesca milagrosa.


Com efeito - explicou o Papa - depois do período passado com Jesus nos importantes momentos da seu percurso: paixão, morte, ressurreição, os discípulos voltam, como que um pouco desiludidos à sua faina de pescadores. E passam uma noite no lago sem pescar nada. Jesus apresentam-se então a eles, mas não o reconhecem. No entanto obedecem à sua sugestão de lançar as redes à direita do barco. Resultado; uma pesca incrivelmente abundante. E eis então que João diz a Pedro: “É o Senhor!” Pedro atirou-se imediatamente à água e foi ter com Jesus na margem do Lago. Naquela exclamação “É o Senhor!” – disse o Papa – está o entusiasmo da fé pascal:


“Naquela exclamação “è o Senhor!”, está todo o entusiasmo da fé pascal, cheia de alegria e estupor, que contrasta fortemente com a confusão, o desconforto, o sentido de impotência que se tinham acumulado no ânimo dos discípulos”.


Aquela rede vazia era, na interpretação do Papa, como que o balanço da experiencia dos discípulos com Jesus: “tinham-no conhecido, tinham abandonado tudo para o seguir, cheios de esperança …. E agora?”. Mas aquela aparição de Cristo ressuscitado no Lago da Galileia e o milagre da pesca, muda de novo tudo para eles, para os cristãos.


“A presença de Jesus ressuscitado transforma tudo: a escuridão é vencida pela luz, o trabalho inútil torna-se novamente frutuoso e prometedor, o sentido de cansaço e de abandono dá lugar a um novo elã e à certeza de que ele está connosco”.
Estes sentimentos animam desde então a Igreja, a Comunidade do Ressuscitado – frisou Francisco. Às vezes pode parecer que o mal, as trevas, o cansaço prevaleça, mas “a Igreja tem a certeza de que sobre aqueles que seguem o Senhor Jesus, resplandece a luz da Páscoa que jamais se esconde”. A certeza de que Cristo ressuscitou realmente, infunde nos corações dos crentes uma “íntima alegria e uma esperança invencíveis” . E a Igreja continua a fazer ressoar este festivo anuncio, e todos somos chamados a comunica-lo, disse:


“Todos nós cristãos somos chamados a comunicar esta mensagem de ressurreição àqueles que encontramos, especialmente a quem sofre, a quem está só, a quem se encontra em condições precárias, aos doentes, aos refugiados, aos marginalizados. A todos, façamos chegar um raio da luz de Cristo ressuscitado, um sinal da sua potência misericordiosa”.

 

E o Papa concluiu pedindo ao Senhor para que renove também em nós a fé pascal e nos torne conscientes da nossa missão ao serviço do Evangelho e dos irmãos. Que Nossa Senhora interceda em nosso favor e de toda a Igreja para que possamos proclamar a grandeza do amor de Cristo e da sua misericórdia.


Depois da oração do Regina Coeli, o Papa lançou um novo apelo a favor da libertação de todas as pessoas sequestradas em zonas de conflito armado e recordou, de modo particular, o padre salesiano, Tom Uzhunnalil, raptado em Aden, no Yemen, a 4 de Março passado.


O antes de saudar diversos grupos italianos presentes na Praça de São Pedro, os que estavam a fazer a Maratona em Roma, e de se despedir, desejando a todos um Bom Domingo e pedindo, como sempre, orações para ele, o Papa recordou ainda que neste domingo se celebra em Itália o Dia Nacional para a Universidade Católica do Sagrado Coração, sob o tema “Na Itália do Amanhã eu estarei”. E exprimiu o desejo de que esta grande Universidade que continua a prestar um importante serviço à juventude italiana, possa continuar, com renovado empenho, a sua missão formativa, actualizando-a cada vez mais às exigências de hoje.

 

Fonte: News Vatican

Oração do Papa Francisco pelas famílias

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O Vaticano apresentou, nesta sexta-feira, 8, em coletiva de imprensa, a Exortação Apostólica Pós-Sinodal Amoris laetitia, do Papa Francisco, documento tão esperado com as conclusões do Sínodo da Família.

 

A exortação do Papa é ampla e articulada, e traz desde reflexões sobre família à luz da Palavra de Deus até orientações pastorais para a formação de famílias sólidas, sob a perspectiva divina. O documento é datado de 19 de março, data simbólica por ser a Solenidade de São José.

 

Francisco escreveu a Amoris laetitia com base nos relatórios do Sínodo da Família, documentos de Papas predecessores e as catequeses sobre família. Além disso, recorreu à contribuição de diversas conferências episcopais e citações de personalidades de relevo, como Martin Luther King.

 

O Santo Padre deixa clara a complexidade do tema e por isso escreve: “Nem todas as discussões doutrinais, morais ou pastorais devem ser resolvidas através de intervenções magisteriais”. Por isso, acrescenta, para algumas situações, em cada país ou região é possível buscar soluções mais enculturadas, ou seja, de acordo com as tradições e desafios locais.

O primeiro capítulo é dedicado a refletir o tema à luz Palavra de Deus. Francisco toma como base o Salmo 128 para destacar que a família não é um ideal abstrato, mas uma tarefa artesanal. Só então ele entra, no capítulo 2, na situação atual das famílias, abrangendo seus desafios, como a ideologia de gênero, a mentalidade anti-natalidade e o abuso de menores, só para citar alguns.

 

O capítulo seguinte dá espaço para a palavra da Igreja sobre família, abrangendo seus ensinamentos sobre o matrimônio e a família. São 30 parágrafos dedicados à vocação à família de acordo com o Evangelho. É a oportunidade que o Papa encontra para falar de temas como a indissolubilidade, sacramentalidade do matrimônio, transmissão da vida e educação dos filhos.

 

Nesse ponto, Francisco faz uma ressalva com relação às famílias feridas: lembra que os pastores precisam discernir bem as situações; ao mesmo tempo que se exprime com clareza a doutrina, é preciso evitar juízos que não considerem a complexidade das diferentes situações.

 

Dimensão erótica do amor

 

O Santo Padre não deixa de falar do amor no matrimônio e traz uma novidade: ao fazer um aprofundamento psicológico que chega ao mundo das emoções do casal, ele inclui a dimensão erótica do amor, uma contribuição rica que até então não tinha paralelo em outros documentos papais.

 

Ele também aborda, em outro capítulo, a fecundidade do casal, incluindo a “fecundidade alargada”, que diz respeito à adoção e ao acolhimento dos outros membros da família.

 

Orientações pastorais

 

No capítulo 6, Francisco traz indicações pastorais para a edificação de famílias sólidas e fecundas de acordo com o plano de Deus. Aqui, o Pontífice abrange desde a necessidade da preparação dos noivos até o acompanhamento dos primeiros anos da vida matrimonial, sem esquecer os casais que acabaram se separando ou se divorciando e a importância da reforma dos procedimentos para reconhecimento dos casos de nulidade matrimonial. A linha adotada por Francisco é a de reforçar o amor e ajudar a curar as feridas, para impedir o avanço desses dramas do tempo atual.

 

Um dos capítulos mais delicados é o oitavo, quando Francisco indica três palavras-chave: “acompanhar, discernir e integrar”. O Pontífice se refere aos casos em que a realidade não corresponde àquilo que Deus quer, logo, o convite é à misericórdia e ao discernimento pastoral.

 

O último capítulo fala da espiritualidade conjugal e familiar. A exortação apostólica é concluída com uma oração à Sagrada Família.

 

Carta do Papa aos bispos

 

Para os bispos de todo o mundo, o Papa Francisco enviou um quirógrafo (documento escrito de próprio punho) acompanhando sua Exortação Apostólica Pós-Sinodal. O Santo Padre escreveu:

 

“Caro irmão,
Invocando a proteção da Sagrada Família de Nazaré, tenho a alegria de te enviar a minha Exortação Amoris laetitia para o bem de todas as famílias e de todas as pessoas, jovens e idosas, confiadas ao teu ministério pastoral. Unidos no Senhor Jesus, com Maria e José, peço-te que não te esqueças de rezar por mim”.

 

Fonte: Canção Nova

Papa: santos e mártires de hoje levam a Igreja adiante

SFC 7.4.16   Homilia do Papa 30917São os santos da vida ordinária e os mártires de hoje que levam a Igreja adiante com a coerência e o corajoso testemunho de Jesus ressuscitado, graças à obra do Espírito Santo: foi o que disse, em síntese, o Papa Francisco na homilia da Missa celebrada na manhã desta quinta-feira (07/04) na Casa Santa Marta.


A primeira leitura, extraída dos Atos dos Apóstolos, fala da coragem de Pedro que, depois da cura do paralítico, anuncia a Ressurreição de Jesus diante dos chefes do Sinédrio que, furiosos, queriam matá-lo.


Ele foi proibido de pregar em nome de Jesus, mas continuou a proclamar o Evangelho porque – afirma – “é preciso obedecer a Deus e não aos homens”. Este Pedro “corajoso” – disse o Papa Francisco – não tem nada a ver com o “Pedro covarde” da noite da Quinta-feira Santa, “quando, repleto de medo, renega o Senhor três vezes”. Agora, Pedro se tornou forte no testemunho. “O testemunho cristão – observou o Papa – tem o mesmo caminho de Jesus: dar a vida”. Num modo ou no outro, o cristão “coloca a vida em jogo no verdadeiro testemunho”:

Coerência cristã


“A coerência entre a vida e aquilo que vimos e ouvimos é justamente o início do testemunho. Mas o testemunho cristão tem outro aspecto, não é somente de quem o dá: o testemunho cristão, sempre, é feito por duas pessoas. ‘E desses fatos somos testemunhas nós e o Espírito Santo’. Sem o Espírito Santo não há testemunho cristão. Porque o testemunho cristão, a vida cristã é uma graça, é uma graça que o Senhor nos dá com o Espírito Santo”.


“Sem o Espírito”, ressalta o Papa, “não conseguimos ser testemunhas”. A testemunha é aquele que é “coerente com aquilo que diz, com o que faz e com o que recebeu, ou seja, o Espírito Santo”. “Esta é a coragem cristã, este é o testemunho”:

Mártires


“É o testemunho de nossos mártires hoje. Muitos, expulsos de suas terras, deslocados, decapitados e perseguidos, têm a coragem de confessar Jesus até o momento da morte. É o testemunho daqueles cristãos que vivem sua vida seriamente e dizem: ‘Eu não posso fazer isto, eu não posso fazer o mal ao outro; eu não posso trapacear; eu não posso conduzir uma vida pela metade, eu devo dar o meu testemunho’. E o testemunho é dizer o que viu e ouviu na fé, ou seja, Jesus Ressuscitado, com o Espírito Santo que recebeu como dom.”

“Nos momentos difíceis da história”, sublinha o Papa, se ouve dizer que “a pátria precisa de heróis. Isso é verdade. É justo”. Mas do que a Igreja precisa hoje? De testemunhas, de mártires”:


“São as testemunhas, ou seja, os santos, os santos de todos os dias, os da vida cotidiana, mas com coerência, e também as testemunhas até o fim, até a morte. Estes são o sangue vivo da Igreja; estes são aqueles que levam a Igreja adiante, as testemunhas; aqueles que atestam que Jesus ressuscitou, que Jesus está vivo, e o testemunham com a coerência de vida e com o Espírito Santo que receberam como dom.”.

 

Fonte: News Vatican

Papa Francisco viajará à Grécia para visitar refugiados

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O Vaticano anunciou hoje que o Papa Francisco fará uma viagem de um dia à Grécia no próximo sábado, 16, concretamente para visitar refugiados.

 

O Santo Padre chegará à ilha de Lesbos, onde realizará um encontro público com refugiados, atendendo ao convite do Patriarca ortodoxo Bartolomeu e do Presidente da República da Grécia, Prokópis Pavlópoulos.

 

Em Lesbos, o Papa Francisco, o Patriarca e Hieronimus II, Arcebispo de Atenas e de toda a Grécia, terão um encontro com os refugiados ali abrigados”, assinala o comunicado do Vaticano.

 

Em declarações aos jornalistas, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, assinalou que “não saberia dizer de quem foi esta iniciativa, mas é uma iniciativa de todas as Igrejas cristãs juntas”.

 

Em seguida, o Pe. Lombardi disse que na próxima terça-feira, 12, haverá uma coletiva de imprensa para explicar os detalhes da visita papal.

 

A ilha de Lesbos é um lugar onde chegam muitos refugiados provenientes do Oriente Médio e da África.

 

Fonte: ACI Digital

Papa: misericórdia de Deus cancela nossas misérias

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O Evangelho da misericórdia exemplificado pela vida terrena de Jesus, a partir do Batismo de Cristo no Rio Jordão. Com esse tema, o Papa Francisco abriu nesta quarta-feira (6/4), uma nova etapa nas suas reflexões durante as Audiências gerais.

 

“Jesus é a misericórdia de Deus feita carne. Uma misericórdia que Ele expressou, realizou e comunicou sempre (...) encontrando as multidões, anunciando o Evangelho, curando os doentes, perdoando os pecadores”, disse o Papa.

 

Com estes gestos, Jesus torna visível um amor ilimitado aberto a todos – que não exclui ninguém –, sublinhou Francisco. Amor que se reflete também na presença de Jesus na fila para receber o Batismo de João Batista:

 

Marca indefectível

 

“Este é um fato que imprime uma marca decisiva para toda a missão de Cristo. Ele não se apresentou ao mundo no esplendor do tempo – poderia ter feito – não se fez anunciar ao som de trombetas – poderia ter feito – e tampouco apresentou-se nas vestes de um juiz – poderia ter feito”, ponderou repetidamente o Papa.

 

Jesus “não teve vergonha, estava ali com todos os pecadores, para ser batizado”. Portanto – prosseguiu Francisco – desde o início do seu ministério, Ele se manifestou como Messias que assume a condição humana, movido pela solidariedade e pela compaixão”.

 

Expressões convergentes do plano inicial da vida de Cristo na Terra, que marca o início do tempo de misericórdia para toda a humanidade: “levar a todos o amor de Deus que salva”.

 

Vida nova

 

“Jesus não trouxe o ódio, a inimizade, nos trouxe o amor, um amor grande, um coração aberto a todos, todos nós, um amor que salva”, reiterou o Papa – ao afirmar que Ele se fez próximo aos últimos, comunicando a eles a misericórdia de Deus que é perdão, alegria, vida nova”.

 

Francisco recordou que é na Cruz que Jesus “apresenta o pecado do mundo à misericórdia do Pai”:

 

Misérias

 

“Mas quantas vezes dizemos: ‘este é um pecador, fez isso e aquilo, julgamos os outros?’ Mas, e tu? Cada um de nós deveria se perguntar: sim, aquele é um pecador, mas, e eu? Todos somos pecadores, mas todos somos perdoados, todos temos a possibilidade de receber este perdão que é a misericórdia de Deus”.

 

Nada e ninguém – advertiu o Pontífice – está excluído desta oração de Jesus na hora da Paixão: “isso significa que não devemos ter medo de nos reconhecermos e de nos confessarmos pecadores (...) não devemos temer as nossas misérias: e cada um tem as suas. Mas a potência inexaurível de amor do Crucificado não conhece obstáculos e esta misericórdia cancela todas as nossas misérias”.

 

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Fonte: Rádio Vaticano

 

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